Autor:
Niltom Bellas Vieira
Advogado, Escritor, ex Parlamentar e
membro do Instituto Histórico e
Geógráfico de Feira de Santana e o Prefeito José
Ronaldo de Carvalho
Passado o Natal, a maior festa de confraternização, entre todos os cristãos de todo o mundo, e que segundo seus maiores doutrinadores, teólogos, é o maior evento da histária, uma vez que se trata da propria encarnação de nosso Deus, nosso pai celestial, o grande arquiteto do universo, senhor de todas as coisas, amado, adorado, respeitado e idolatrado por todos nós, seus filhos, criados sob sua semelhança.
O momento agora, é da mais pura reflexão, pela mais pura conclusão: o Natal deveria ser a festa em que todos os homems de fato, pudessem repartir o pão, doar-se na amizade, no amor puro a seu semelhantes, em gestos de sinceridade, de lealdade, de fraternidade, um momento certo de se banir, o ódio e a inveja, dos corações de alguns, apagando ressentimentos, essa doença cronica que, corroi a alma , enterrando de vez a ira no deserto da rejeição.
É hora de se pensar, numa melhor percepção de vida, abrir mais os olhos, enxergar mais profundamente os designios de Deus, identificando-se como o cego de jericó, e como ele, tambem, por seus olhos espirituais, enxergar melhor, as novas realidades da vida, enxergar-se por dentro, limpar o espirito das impurezas do mundo exterior, chagas trazidas pelo rancor, do revanchismo, do preconceito e da intolerancia, é hora de viver bem, primeiro consigo proprio, conhecendo-se melhor, analizando os proprios erros, perdoando para ser perdoado. Se, num momento, da mais pura meditação, considerei-me um injustiçado, por alguns, que me rodeiam no dia a dia, ao relembrar-me do sofrimento no calvário de nosso senhor Jesus Cristo, que, ao morrer por nós, foi o mais injustiçado dos homens, concuí: por que ELE, perdoou a seus terriveis algozes, e nós, pobres mortais, que não sentimos a dor da crucificação , não perdoar tambem? E olhe que, ao pedir ao pai, que lhes perdoasse, o fizera decorrente, do julgado, do ato de insensatez, pois não sabiam o que faziam.
Ele nascera num mundo de ódio e cheio de imconpreensões, onde a ganancia, a usura, a inveja, a hipocrisia, imperavam no cotidiano das vidas, daí a elaboração das sagradas escrituras, o trabalho despendido pelos santos apostolos, em seus quatro tradicionais evangelhos, insertos no santo livro, onde a humanidade poderia dali tirar os maiores comportamentos de ética, de moral, de amor e respeito ao próximo, pois, como um código de vida, é o maior dos ensinameentos deixados por Jesus Cristo, que não se arrefeceu, foi como um lírio que brotou do pântano das dificuldades humanas e não se conspurcou, como também, um raio de sol que venceu as trevas do ódio, ao iluminar os caminhos que levam á paz, a fraternidade e ao amor entre os homems.
Lembramo-nos do presépio de Dr Athayde Guimarães, cuja façanha era a de relembrar o nascimento de Jesus, a simplicidade da gruta, a pureza de uma pequna manjedoura, e as figuras de Maria, José, dos pastores, dos reis magos, da cachoeira, do riacho, movidos por pequenos equipamentos eletronicos, da rua do tênis, até a subida do sobradinho, tradição seguida durante décadas, mas que se tornou, nos dias de hoje, para tristeza de muitos, num presépio escondido, mas nosso Senhor Jesus sempre por todos alí adorado.


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