Feira de Santana adquiriu maioridade, seja pela expressiva população, seja pela perticipação no PIB no estado da Bahia, seja por alguns equipamentos urbanos implantados ou em construção, seja porque exerce uma liderança inconteste numa região de mais de 2 milhões de habitantes. É a cidade transformando-se cada vez mais, em local de referencia para todos os baianos e Brasileiros.
Ao galgar este patamar entre os municipios do país, Feira de Santana assume bônus e ônus. Nada acontece de graça. E assim, vão acontecendo demandas que o poder público e a sociedade haverão de atendê-las para o bom desenpenho de seu papel de lider regional.
Um dos fatores que salta aos olhos é a organização urbana. Como estão desenvolvendo suas atividades os diversos atores na malha urbana?, Os comerciantes tem padrão de cidade grande? Eles disponibilizam estacionamentos para seus clientes? Eles estão contribuindo para a poluição visual da cidade?
E os vendedores autônomos, batizados de ambulantes, estão localizados adequadamente para exercerem os seus trabalhos? É nas vias publicas e nos passeios, de uso exclusivo de veículos e pedestres, o lacal certo para os vendedores ambulantes?
Claro que somente com estes dois exemplos, podemos refletir sobre como é grande o caminho a percorrer. Nada é mais inadequado, que ocupar os passeios com atividades comerciais. E a higiene para a comercialização de produtos alimentares? E o conflito com os pedestres que procuram transitar livremente?
Quanto a poluição visual e o estrangulamento da circulação nos passeios, o poder publico tem mecanismos de intervenção para coibir os abusos. Todavia, a sociedade precisa ser mais exigente. É o Ônus da cidade grande.
Outro hábito que precisa ser coibido é o estacionamento indevido nas vias públicas. Nada mais negativo para o fluir do tráfego que o estacionamento atabalhoado. Resolve, momentaneamente, o problema do condutor do veiculo e cria imensas dificuldades para a organização do trânsito.
Um dos graves problemas que hoje assistimos com tendencia ao agravamento foi a permissão da Prefeitura de construção sem a exigencia de estacionamento compatível. Aumentou-se a densidade populacional e não houve contrapartida para o estacionamento.
Como o planejamento urbano da decada de 70 não foi seguido, a cidade foi acumulando problemas para as administrações sucessivas, com grandes prejuisos para o sedesenvolvimento harmônico da cidade. Hoje Feira já é uma cidade grande, os hábitos antigos devem ser esquecidos, claro, aqueles que prejudicam o seu crescimento ordenado.
Não da mais para permitir, por exemplo, loteamentos sem todos os projetos complementares, inclusive o de arborização, de tráfego, de esgotamento sanitário e pluvial, dentre outros. Não dá mais para aprovar construções sem recuo e sem estacionamento. Não é possivel assistir tudo isso, contemplando o aumento da desorganização. Os avanços na infra-estrutura médica particular é uma prova da atração que Feira de Santana exerce na região e é uma demonstração de que atingimos um novo patamar na cidade.
O desenvolvimento da atividade universitária em Feira de Santana, seja publica ou particular, denota tambem o o avanço educacional que já alcançaram.
Portanto, temos de nos conscientizar da realidade de hoje, procurando no dia a dia praticar atitudes que venham a ajudar a cidade.
Vamos manter a cidade limpa e organizada. A sociedade pode colaborar e muito com o poder público para atingir o grau de desenvolvimento que a cidade merece.
Tudo que é feito tem a participação do homem. Então, porque não procurar-mos fazer o que é certo. Temos que abandonar a "lei de Gerson" (...é preciso levar vantagem em tudo...).
Assim com a mudança de atitude, repito, a cidade será melhor para todos e prestará melhores serviços á população.
Comecemos hoje, cada um fazendo a sua parte. A cidade agradece.
A CIDADE DESEJADA
Texto copiado de: newton@unef.edu.br
Materia de utilidade pública. Extraido do Jornal TRIBUNA FEIRENSE - 26/06/2008.
26 de jun. de 2008
HÁBITOS DE CIDADE GRANDE
Feira de Santana adquiriu maioridade, seja pela expressiva população, seja pela perticipação no PIB no estado da Bahia, seja por alguns equipamentos urbanos implantados ou em construção, seja porque exerce uma liderança inconteste numa região de mais de 2 milhões de habitantes. É a cidade transformando-se cada vez mais, em local de referencia para todos os baianos e Brasileiros.
Ao galgar este patamar entre os municipios do país, Feira de Santana assume bônus e ônus. Nada acontece de graça. E assim, vão acontecendo demandas que o poder público e a sociedade haverão de atendê-las para o bom desenpenho de seu papel de lider regional.
Um dos fatores que salta aos olhos é a organização urbana. Como estão desenvolvendo suas atividades os diversos atores na malha urbana?, Os comerciantes tem padrão de cidade grande? Eles disponibilizam estacionamentos para seus clientes? Eles estão contribuindo para a poluição visual da cidade?
E os vendedores autônomos, batizados de ambulantes, estão localizados adequadamente para exercerem os seus trabalhos? É nas vias publicas e nos passeios, de uso exclusivo de veículos e pedestres, o lacal certo para os vendedores ambulantes?
Claro que somente com estes dois exemplos, podemos refletir sobre como é grande o caminho a percorrer. Nada é mais inadequado, que ocupar os passeios com atividades comerciais. E a higiene para a comercialização de produtos alimentares? E o conflito com os pedestres que procuram transitar livremente?
Quanto a poluição visual e o estrangulamento da circulação nos passeios, o poder publico tem mecanismos de intervenção para coibir os abusos. Todavia, a sociedade precisa ser mais exigente. É o Ônus da cidade grande.
Outro hábito que precisa ser coibido é o estacionamento indevido nas vias públicas. Nada mais negativo para o fluir do tráfego que o estacionamento atabalhoado. Resolve, momentaneamente, o problema do condutor do veiculo e cria imensas dificuldades para a organização do trânsito.
Um dos graves problemas que hoje assistimos com tendencia ao agravamento foi a permissão da Prefeitura de construção sem a exigencia de estacionamento compatível. Aumentou-se a densidade populacional e não houve contrapartida para o estacionamento.
Como o planejamento urbano da decada de 70 não foi seguido, a cidade foi acumulando problemas para as administrações sucessivas, com grandes prejuisos para o sedesenvolvimento harmônico da cidade. Hoje Feira já é uma cidade grande, os hábitos antigos devem ser esquecidos, claro, aqueles que prejudicam o seu crescimento ordenado.
Não da mais para permitir, por exemplo, loteamentos sem todos os projetos complementares, inclusive o de arborização, de tráfego, de esgotamento sanitário e pluvial, dentre outros. Não dá mais para aprovar construções sem recuo e sem estacionamento. Não é possivel assistir tudo isso, contemplando o aumento da desorganização. Os avanços na infra-estrutura médica particular é uma prova da atração que Feira de Santana exerce na região e é uma demonstração de que atingimos um novo patamar na cidade.
O desenvolvimento da atividade universitária em Feira de Santana, seja publica ou particular, denota tambem o o avanço educacional que já alcançaram.
Portanto, temos de nos conscientizar da realidade de hoje, procurando no dia a dia praticar atitudes que venham a ajudar a cidade.
Vamos manter a cidade limpa e organizada. A sociedade pode colaborar e muito com o poder público para atingir o grau de desenvolvimento que a cidade merece.
Tudo que é feito tem a participação do homem. Então, porque não procurar-mos fazer o que é certo. Temos que abandonar a "lei de Gerson" (...é preciso levar vantagem em tudo...).
Assim com a mudança de atitude, repito, a cidade será melhor para todos e prestará melhores serviços á população.
Comecemos hoje, cada um fazendo a sua parte. A cidade agradece.
A CIDADE DESEJADA
Texto copiado de: newton@unef.edu.br
Materia de utilidade pública. Extraido do Jornal TRIBUNA FEIRENSE - 26/06/2008.
20 de jun. de 2008
COBRAS E LAGARTOS, NA CAMARA?
AINDA BEM QUE ESTOU A CAVALHEIRO prá diser o que quiser, não conto mesmo com a simpatia de maioria dos nossos queridos vereadores... São poucos os que me cumprimentam, e menos ainda os que aceitam as criticas que faço. Não sei se porque lhes dói na canela, ou se porque se julgam muito capazes, ou isentos de erros.
Poucos usam do bom senso e veem que quero o que o povo quer. Ser bem representado. E ter motivo de me orgulhar dos que eleitos pelo voto do povo, incluso o meu, de sua postura, inteligencia, senso de cidadania, e acima de tudo civilidade. Infelizmente são poucos os que me despertam estes sentimentos, e como tê-los, se com rarissimas excessões eles me os despertam?.
Se o corporativismo os une na cegueira e na intolerancia a criticas ainda que construtivas?. Se são sensiveis apenas a bajulações, a subserviencia, a elogios nem sempre merecidos e se não param de oferecer espetáculos de selvageria, de intolerancia, de involução cultural. E sinceramente, não deveriam tais fatos acontecer. Afinal, temos na composição atual elementos de consideravel cultura.
Lamentavelmente, partem exatamente destes, as lamentaveis demonstrações de contracultura. agressões verbais, falta de compostura e desrespeito ao regimento interno da casa cuja comissão de ética deixa muito a desejar.
Sinceramente, não gostaria de escrever este tipo de comentário, já que o propósito deste modesto espaço tem como objetivo levar para o mundo através da internet, as coisas boas da nossa Princesa do sertão. Temos que ser no entanto, mesmo sofrendo as consequencias, mesmo não sendo simpático á nossa Casa da Cidadania, (não aprendemos a ser subservientes) imparciais. Produtiva em termos de projetos e criação de leis, é. Há bons vereadores?. Claro que os há, bem longe no entanto dos padrões alcançados em outras legislaturas. Rivalidades, deve e é salutar haver. desencontro de ideias, nada mais natural numa casa legislativa onde deve ser livre o pensamento e defesa de ideias. Más...Senhores Edís, chegar as vias de fato por simples discordancia é convenhamos, muito pouco ou nada civilizado para quem representa os filhos de uma terra que foi berço de educadores como Aureo Filho, Georgina Erismam, Adnil Falcão, Gastão Guimarães, Joselito Amorim e vereadores da estirpe de Paulo Cordeiro, Beto Oliveira, Nilton Bellas Vieira, Nantes Bellas Vieira, Antonio Carlos Coelho, João Durval, José Ronaldo, Colbert Martins, e muitos outros quando o voto era valorizado e o politico não pensava apenas em mordomias, mensalões e gazetas, muitas gazetas. E não quero me referir a Jornais ou tabloides e periódicos.
ZTZTZTZTZTZTZTZTZTZTZTZTZTZTZT
Hoje homenageamos mais dois profissionais da nossa imprensa, que diga-se de passagem nada fica a dever a imprensa de lugar nenhum do mundo. Campeões de audiencia, eles fazem o RONDA POLICIAL da SUBAÉ AM...VALTER VIEIRA E LUCIVAL LOPES.
18 de jun. de 2008
GEDDEL...QUEM É MESMO?
ESTÁ SE ME AFIGURANDO (como aliás, sempre acontece), um verdadeiro saco de gatos, as oposições para as próximas eleições em Feira de Santana. De um lado, o candidato do governador(?), Jaques Vagner,(PT) do outro o candidato do grupo do chefe do governo paralelo da Bahia, o ínclito ministro Geddel Vieira Lima,(PMDB) que aliás vem a Feira depois de (graças a Deus) muito tempo, e chega cheio de falsa moral, batendo duro e querendo forjar com lorotas e arrôtos de valentia como é do seu costume, uma imagem que não corresponde a verdade, do candidato do DEM, Tarcizio Pimenta. Pode até ser que ele, Geddel, tenha sua dor de cotovelo com relação a Tercizio, afinal, já comeram no passado, farinha no mesmo saco, só que o ministrogovernador, esquece que foi gerado politicamente pelo Carlismo, e hoje faz parte das hostes do plenipotenciário Presidente Inácio da Silva, direito igual ao que tem Tarcizio, de escolher ficar do lado de politicos sérios como José Ronaldo e Paulo Souto. Tarcizio, abriu mão das benesses palacianas, abriu mão e não quis participar do saque aos cofres da nação, Nunca deixou Feira de Santana, não deixou de acordar ás cinco da manhã começar a trabalhar as sete e atender indiscriminadamente a quem precisa de seus dotes de médico cirurgião. Paralelamente, desde vereador, nunca deixou politicamente de atender a quem quer que o procure, nunca se negou a dar sua contribuição para a solução dos mais variados problemas, e tambem com maior afinco, nunca deixou de defender sua Feira, onde nasceu e de onde nunca saiu. Agiu com sabedoria Tarcizio ao não responder ás antiéticas provocações do ministrogovernador Geddel. Afinal, o que representa este para Feira?. Quantas vezes já veio aqui este senhor? que beneficios trouxe ele para nossa gente?. Que méritos tem ele para falar senão em nome do candidato do seu partido, que á sua semelhança já perigrinou de partido em partido, até parar ao lado de gente como Orestes Quercia, Clayltom Mascarenhas, Fernando Cuma , só pra citar alguns dos muitos exemplos de politicos desonestos e maquuiavélicos? Que créditos tem o sr Geddel para se imiscuir na politica Feirense, se aqui é pouco mais que um nômade, um aventureiro, um desconhecido. Afinal, Sr Geddel, seu candidato nem mesmo é o candidato do seu Presidente, nem do seu Governador(?). De que lado o Sr está?. Prá quem mesmo vai acender a sua vela? Em que tchurma o senhor se enturma? DEM, onde foi politicamente gerado?. PT, que é o partido do seu Presidente(?), ou o PMDB que o Sr tomou de assalto, e onde por certo não é tão querido quanto pensa?. Feira de Santana tem uma população exclarecida, inteligente, politicos sérios, gente comprometida com seu futuro. Decididamente, não precisamos aqui de AVE DE RAPINA.
XPXPXPXPXPXPXPXPXPXPXPXPXPXPXP
E O NOSSO RADIO VAI MUITO BEM. HOJE HOMENAGEAMOS O REI DAS MADRUGADAS. SE DIZ E FICO LISONGEADO COM A COMPARAÇÃO, MEU IRMÃO GEMEO IDENTICO, (ELE É O SWAZZENEGER). ATUA NA RADIO SOCIEDADE DE FEIRA, DAS 4,45 AS SEIS DA MANHÃ COM MUITA MUSICA, IMFORMAÇÃO E DE FORMA MUITO PECULIAR, DESCONTRAÍDO E MUITO SÉRIO.
ELE É GILVAN FRANKLIN.
XPXPXPXPXPXPXPXPXPXPXPXPXPXPXP
Aliás, alguem pode me diser o que veio mesmo o governador faser em Feira?. O que de positivo ficou?. Acompanhado de dois ministros, sua excelencia fez questão de ver o terreno em que será construido (depois de 2010, portanto, por quem?)um hospital infantil. Más..., nós temos já um hospital infantil, porque não ampliá-lo, aparelha-lo?). Sua excelencia tambel veio diser que o HC Cleriston Andrade vai receber recursos, muito bom...más isto já foi prometido, e para onde foi a verba para a ampliação e aparelhamento do setor de emergencia do Cleriston? E as macas novas que chegaram?. onde foram parar já que unidades da SAMU continuam a ser retidas alí por falta de macas?. O governador tambem promete ampliação da rede de esgotamento sanitário, prá quando?. Até agora quase um ano depois de assumir(?) o governo, não há uma só marca do governo do Sr Jaques Vagner na Cidade Princesa. Será que dá prá acreditar agora?. Vejamos.
16 de jun. de 2008
COISAS DA FEIRA
FOI ASSIM NO SERTÃO
Produzido em Feira de Santana, e tendo como diretores dois idealistas, Pedro Vieira e Redivaldo Ribeiro, o filme FOI ASSIM NO SERTÃO, aborda de forma macro o cangaço Brasileiro. Mostra a ação nos anos 30, dos seguidores de Virgulino Ferreira da Silva, O LAMPIÃO. a realidade do cançaço e a situação de extrema pobreza em que vivia os bandoleiros. O perigo iminente e real representado pelos "macacos" como eram chamados pelo bando, os soldados da milicia que os perseguiam com ferocidade. O elenco do Safid, projeto que promove a produção e realização do primeiro filme feirense é composto de: Redivaldo Ribeiro, no papel do cangaceiro Carrapicho, Carlos Lima, representando o cangaceiro Cascaz, No papel de Rapadura, o elenco conta com Minervino Ribeiro, o morto é representado po Orlando Matias, e Danny no papel da Tereza uma das mulheres do cangaço. Amigos do nucleo empresarial para apoios e a imprensa local tem abraçado esse projeto.
O primeiro longa metragem literalmente Feirense levará dois anos para as tomadas e gravação e poderá se constituir em mais um empreendimento destinado a junto com o nosso teatro, abrir portas para o aperecimento de novos valores nas artes da Bahia. O elenco do Safidi espera e agradece todo o apoio que receber e coloca a disposição dos interessados os telefones: 71) 9909 5446 e 75) 8172 3006.
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FEIRA NÃO PRECISA DE VIATURAS: Foi assim que se espressou o chefe da policia civil da Bahia. Até parece que este senhor não tem um serviço de inteligencia que lhe leve as necessidades e carencias da policia civil alem das esquinas da praça da piedade em Salvador. Não é só em Feira de Santana que há falta de viaturas, de agentes, de delegados, de legistas, de celas apropriadas e em numero suficiente para abrigar o numero excessivo de presos acusados dos mais diversos crimes. Na verdade, a policia civil da Bahia passa por momentos de exasperante dificuldades. Em Feira de santana, pela sua importancia como a segunda maior cidade do estado, por ser importante entroncamento rodoviário, rota obrigatória do narcotráfico. porto seco e estação de transbordo para o contrabando, com população que beira os seisssentos mil habitantes, deles cerca de trinta por cento de retirantes, ou seja população flutuante, deveria ser alvo de uma melhor atenção do senhor chefe de poliicia da Bahia. Com viaturas sucateadas, desativadas, escondidas nos fundos das delegacias por falta absoluta de condições de uso, com agentes impossibilitados de exercer suas atividades por falta de armas, de viaturas e de logistica, malgrado os esforços do diretor regional, passa o Feirense por situação de extremo abandono, entregue a sanha dos bandidos que cada vez mais se tornan ousados e encurralam o Feirense em suas casas, sem o direito de ir e vir sem a certeza de ir e voltar. É as veses até surpreendente a ação dos homems da policia civil de Feira, em função de suas precárias condições de trabalho. E vem o senhor chefe de policia a imprensa e diz em alto e bom som, que Feira de Santana não precisa de viaturas...oras, como diria o bom e importante reporter Framário Mendes...Me fal uma garapa.
=X=X=X=X=X=X=X=X=X=X=X=X=X=X=X=X=X
É UMA SITUAÇÃO GRITANTE E NÓS VAMOS TENTAR ASSEGURAR O DESCANÇO DO CIDADÃO FEIRENSE: palavras do Secretário de Meio Ambiente Antonio Carlos Coelho, com relação ao inicio das atividades da sua Secretaría. Com certeza vai ser ádua a luta do Secretário. Uma casa de samba foi interditada no centro da cidade, e segundo Coelho outros locais serão interditados, tomara que tais atividades cheguem ao Feira X onde conhecida casa de eveentos faz zoeira, as veses com som e musicas de péssima qualidade e por falta de senso de responsabilidade de seus promotores varam a madrugada, fechando as portas as seis horas da manhã num flagrante desrespeito as leis e direitos dos moradores. Outra praga que avassala Feira de Santana é a irresponsabilidade dos srs donos de carros trieletrizados que infernizam a população com verdadeiras centrais de som e por conta do exibicionismo, promovem maratonas para ver quem tem mais decibeis a serem empurrados timpanos a baixo do cidadão impotente frente a agressividade dos tais maus elementos, que desafiam até a presença da policia militar, como acontece na feira do Feira X, por parte de um tal de Guto, elemento que ninguem sabe por e com proteção de quem ou se só por ignorancia e falta de educação desrespeita toda uma comunidade. Conhecemos o carater e a coragem de Antonio Carlos Coelho. Do alto de toda a sua tragetória poliitica, e sabemos que a população Feirense vai estar do seu lado para que puna com rigor tais elementos e se acabe com este absurdo.
10 de jun. de 2008
UM VICE PARA TARCIZIO; E POR QUE NÃO...
Há um frenesí que toma conta da cidade e do municipio na busca de nomes para complementar a chapa daquele que o povo quer que dê continuidade ao trabalho e a administração séria e progressista de José Ronaldo de Carvalho. Indicado pela enorme preferencia popular, o médico Tarcizio Pimenta tem apenas que ter seu nome referendado pela convenção do DEMOCRATAS, o que deverá acontecer no mês que vem. A grande disputa agora é para ganhar a indicação de vice na sua chapa. E aí cada um mostra sua verdadeira índole, suas verdadeiras intenções, e nem todas elas são boas. todos os tipos de armas são usadas, desde a maquina publica até a credulidade e ignorancia do povo. Mercadores da palavra, até a de Deus, serve como instrumento para a conquista de suas plataformas politicas, e sede de poder. Troca-se com extrema facilidade o pulpito pelo palanque, negocia-se o voto como se este fosse um bilhete de entrada para o paraíso. De um lado, verdadeiros lobos travestidos de cordeios, falsos ministros da palavra para quem um seu semelhante não tem a menor importancia, esquecidos na insana luta pela ascenção social, de que perante Deus todos somos iguais, e que pecado maior ainda que a ganancia, é a arrogancia. O desamor. Do outro, gente sem a menor experiencia e sem nenhuma empatia com o povo, engalfinha-se em lutas intestinas, apenas movidos pela sede de poder e de status. E ninguem atenta para o que deveria ser a mais importante das intenções. Estar ao lado, e pronto e preparado para dar continuidade ao trabalho a ser desenvolvido pelo titular, em fortuito caso de impedimento. Ser-lhe leal e vestir em qualquer circunstancia a sua camisa, como sempre o fez Antonio Carlos Borges Jr. Tem gente na guerra, de olho grande apenas numa secretaría, o que lhe possibilitaria voos mais altos no futuro. E gente para quem o cargo de vice prefeito coroaria sua maior ambição.
Más...e fora desse circulo quase já vicioso de eternos postulantes a uma janela para a fama, não haveria nomes em quem se pudesse pensar com mais carinho, com mais objetividade, com mais confiança?. Dentro da propria administração não haveria nomes em quem se visse mais afinidade com o grupo, menos ganancia, menos sede de poder e mais vontade de servir, mais seriedade, e quem sabe até, mais lealdade á causa maior que é traduzir o sonho de José Ronaldo em tornar Feira na metropolis dos sonhos de todos nós?.
Partindo desse pressuposto, porque não pensar em nomes outros, como por exemplo, o de Aristoteles Rios, que com competencia e seriedade modernizou em muito as feiras livres da cidade e agora se desdobra para dar conta tambem da Secretaría de Agricultura?. Ou José Pinheiro, que como executor dos sonhos de Ronaldo, mudou o aspecto da cidade e teve sob sua responsabilidade a execução de todas as grandes obras desta administração?. Ou Jairo Carneiro que serviu a Feira por mais de uma legislatura na Camara Federal, honrando o voto que lhe foi confiado?. Ou ainda, porque não se apelar para a sensibilidade, o acendrado amor a Feira de Santana, a já demonstrada capacidade e isto ele tem de sobra, para que ainda que com sacrificio em virtude de sua fragilidade em termos de saude, venha João Marinho Gomes Junior, colocar seu nome a apreciação da convenção que irá definir quem será o companheiro de Tarcizio na dificil tarefa de substituir Ronaldo na luta para politicamente
colocar Nossa Princesa no lugar certo, na historia do Brasil?. Confesso que vejo ainda com algum ceticismo os nomes que aí estão postos, e sei que como eu, muitos Feirenses e Feirenses por opção, gostariam de ter maiores e quem sabe, melhores opções. Até porque, e em politica não se pode deixar de pensar em todas as probabilidades, em possivel, ou futura defenestração,(porque não?, o poder é muito convincente)não se perca Feira poliiticamente, Ad. Mutum. ou em linguagem popular, de cabo a rabo, para os antigos detratores desta terra. Afinal, já diziam os mais velhos...mais vale meio pão comido do que um pão inteiro atravessado na garganta.
9 de jun. de 2008
A MUSICA DE ONTEM E DE HOJE
NA LINHA EDITORIAL que adotamos,priorizamos comentar mais sobre fatos de importancia. Consideramos importante para a formação cultural de um povo, a esplanação de seus hábitos, sentimentos e folklore através da musica. Chegamos a sentir certo orgulho ao ouvir em grandes auditórios de paizes civilizados, a execução de peças musicais de autores nossos. Causa-nos certo frisson ouvir e ver nas rádios e televisão, relato de como foi recebida com carinho e aplaudida de pé, nossa BETÂNIA, após cantar TOM jOBIM OU HERIVELTO MARTINS. Mesmo os mais radicais Cristãos Protestantes, não conseguem desligar o rádio, ao ouvir os primeiros acordes da nossa AQUARELA BRASILEIRA, do imortal ARÍ BARROSO. Não há quem possa resistir a poesia e harmoniosa sinfonia No lamento sertanejo do inesquecivel LUIZ GONZAGA em LÉGUA TIRANA. Compositores como PENINHA, MILTON NASCIMENTO, MARTINHA, CATULO DA PAIXÃO CEARENSE, ZÉ DANTAS, JOÃO DE BARROS, VINICIOS DE MORAIS, VICENTE CELESTINO e tantos outros, nos legaram nas vozes consagradas de cantores como, Orlando Dias, Orlando Silva, Cauby Peixoto, Onésimo Gomes, Anisio Siva, Altemar Dutra, Erasmo Carlos, Roberto carlos, José Augusto o Sergipano, seresteiro, José Augusto o Carioca, já numa linha mais moderna más de igual qualidade, Noite Ilustrada, Alcimar Monteiro, Jakson do Pandeiro, Cantoras como, Angela Maria, Elizete Cardoso, Emilinha Borba, Gal Costa, Marlene, Linda Baptista, Maysa Matarazzo, Eliana Pitman, Helena de Lima. Nos anos 60/70, a turma da Jovem Guarda, Hoje Ivete Sangalo e Claudia Leite, ótimas cantoras que se projetaram sem precisar apelar para o safadorismo musical, um corolário de poemas, uma gama de letras que enriquecia o nosso vocabulário. Havia nas composições musicais uma inspiração que enriquecia a lingua pátria. Havia histórias e dranmas cantados em versos que nos enternecia, Havia, MUSICA.
Hoje o que temos e somos obrigados a ouvir?. Pseudo cantores de esganiçadas vozes, a nos empurrarem timpanos adentro, verdadeiras aberrações, crimes cometidos contra o dicionário, a deterioração da moral e dos bons costumes em letras imorais, num verdadeiro atentado ao folklore, a cultura Brasileira.
Lixo musical de duvidoso gosto e vergonhosa arte. E o pior é que, o nosso São João, antes festa de louvores ainda que profanos, transformouse em verdadeira cacafonia de frases vergonhosas e imorais. O carnaval e suas micaretas, verdadeiras aulas de pornografia. E o povo, aculturado, mergulhado na ignorancia e na imoralidade, gosta. Com tais "musicas", o que estamos ensinando aos nossos filhos?. Em que estamos transformando a nossa cultura e o nosso folklore?. Ainda nos resta alguns bons artistas, Ainda temos um Alcimar Monteiro, um Trio Nordestino, um Dominguinhos, e poucos outros que teimam em manter a tradição da boa musica junina, más o que se vê o mais ouvre, são aloprados e pseudos "artistas" a poluirem o ar e ambientes com aberrações tipo, Baixa Canhão, Rela a Xereca, cú duro, e outras peças anti-musicais pelas quais seus "inventores" deveriam ser penalizados com pesadas multas e até prisão ao invés de contratos milionários e exposição ao público. Estamos em exasperante e expliicita inversão de valores, e caminhando para a necessidade premente da volta da censura, antes que nos tornemos no mais promiscuo e imoral dos paises do mundo, titulo que aliás, viriam a somar aos já conquistados graças á contracultura hoje disseminada de, campeão da corrupção, campeão da mistificação, campeão do analfabetismo, campeão violencia, campeão do narcotráfico, campeão da ineficiencia politica/policial, campeão da discriminação, do racismo e do politeísmo. Falta pouco, se não se fiser de imediato uma revisão ortográfico/musical, para nos tornar-mos tambem em País campeão da pouca vergonha. Literaturalmente falando.
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