FOI ASSIM NO SERTÃO
Produzido em Feira de Santana, e tendo como diretores dois idealistas, Pedro Vieira e Redivaldo Ribeiro, o filme FOI ASSIM NO SERTÃO, aborda de forma macro o cangaço Brasileiro. Mostra a ação nos anos 30, dos seguidores de Virgulino Ferreira da Silva, O LAMPIÃO. a realidade do cançaço e a situação de extrema pobreza em que vivia os bandoleiros. O perigo iminente e real representado pelos "macacos" como eram chamados pelo bando, os soldados da milicia que os perseguiam com ferocidade. O elenco do Safid, projeto que promove a produção e realização do primeiro filme feirense é composto de: Redivaldo Ribeiro, no papel do cangaceiro Carrapicho, Carlos Lima, representando o cangaceiro Cascaz, No papel de Rapadura, o elenco conta com Minervino Ribeiro, o morto é representado po Orlando Matias, e Danny no papel da Tereza uma das mulheres do cangaço. Amigos do nucleo empresarial para apoios e a imprensa local tem abraçado esse projeto.
O primeiro longa metragem literalmente Feirense levará dois anos para as tomadas e gravação e poderá se constituir em mais um empreendimento destinado a junto com o nosso teatro, abrir portas para o aperecimento de novos valores nas artes da Bahia. O elenco do Safidi espera e agradece todo o apoio que receber e coloca a disposição dos interessados os telefones: 71) 9909 5446 e 75) 8172 3006.
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FEIRA NÃO PRECISA DE VIATURAS: Foi assim que se espressou o chefe da policia civil da Bahia. Até parece que este senhor não tem um serviço de inteligencia que lhe leve as necessidades e carencias da policia civil alem das esquinas da praça da piedade em Salvador. Não é só em Feira de Santana que há falta de viaturas, de agentes, de delegados, de legistas, de celas apropriadas e em numero suficiente para abrigar o numero excessivo de presos acusados dos mais diversos crimes. Na verdade, a policia civil da Bahia passa por momentos de exasperante dificuldades. Em Feira de santana, pela sua importancia como a segunda maior cidade do estado, por ser importante entroncamento rodoviário, rota obrigatória do narcotráfico. porto seco e estação de transbordo para o contrabando, com população que beira os seisssentos mil habitantes, deles cerca de trinta por cento de retirantes, ou seja população flutuante, deveria ser alvo de uma melhor atenção do senhor chefe de poliicia da Bahia. Com viaturas sucateadas, desativadas, escondidas nos fundos das delegacias por falta absoluta de condições de uso, com agentes impossibilitados de exercer suas atividades por falta de armas, de viaturas e de logistica, malgrado os esforços do diretor regional, passa o Feirense por situação de extremo abandono, entregue a sanha dos bandidos que cada vez mais se tornan ousados e encurralam o Feirense em suas casas, sem o direito de ir e vir sem a certeza de ir e voltar. É as veses até surpreendente a ação dos homems da policia civil de Feira, em função de suas precárias condições de trabalho. E vem o senhor chefe de policia a imprensa e diz em alto e bom som, que Feira de Santana não precisa de viaturas...oras, como diria o bom e importante reporter Framário Mendes...Me fal uma garapa.
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É UMA SITUAÇÃO GRITANTE E NÓS VAMOS TENTAR ASSEGURAR O DESCANÇO DO CIDADÃO FEIRENSE: palavras do Secretário de Meio Ambiente Antonio Carlos Coelho, com relação ao inicio das atividades da sua Secretaría. Com certeza vai ser ádua a luta do Secretário. Uma casa de samba foi interditada no centro da cidade, e segundo Coelho outros locais serão interditados, tomara que tais atividades cheguem ao Feira X onde conhecida casa de eveentos faz zoeira, as veses com som e musicas de péssima qualidade e por falta de senso de responsabilidade de seus promotores varam a madrugada, fechando as portas as seis horas da manhã num flagrante desrespeito as leis e direitos dos moradores. Outra praga que avassala Feira de Santana é a irresponsabilidade dos srs donos de carros trieletrizados que infernizam a população com verdadeiras centrais de som e por conta do exibicionismo, promovem maratonas para ver quem tem mais decibeis a serem empurrados timpanos a baixo do cidadão impotente frente a agressividade dos tais maus elementos, que desafiam até a presença da policia militar, como acontece na feira do Feira X, por parte de um tal de Guto, elemento que ninguem sabe por e com proteção de quem ou se só por ignorancia e falta de educação desrespeita toda uma comunidade. Conhecemos o carater e a coragem de Antonio Carlos Coelho. Do alto de toda a sua tragetória poliitica, e sabemos que a população Feirense vai estar do seu lado para que puna com rigor tais elementos e se acabe com este absurdo.
16 de jun. de 2008
COISAS DA FEIRA
FOI ASSIM NO SERTÃO
Produzido em Feira de Santana, e tendo como diretores dois idealistas, Pedro Vieira e Redivaldo Ribeiro, o filme FOI ASSIM NO SERTÃO, aborda de forma macro o cangaço Brasileiro. Mostra a ação nos anos 30, dos seguidores de Virgulino Ferreira da Silva, O LAMPIÃO. a realidade do cançaço e a situação de extrema pobreza em que vivia os bandoleiros. O perigo iminente e real representado pelos "macacos" como eram chamados pelo bando, os soldados da milicia que os perseguiam com ferocidade. O elenco do Safid, projeto que promove a produção e realização do primeiro filme feirense é composto de: Redivaldo Ribeiro, no papel do cangaceiro Carrapicho, Carlos Lima, representando o cangaceiro Cascaz, No papel de Rapadura, o elenco conta com Minervino Ribeiro, o morto é representado po Orlando Matias, e Danny no papel da Tereza uma das mulheres do cangaço. Amigos do nucleo empresarial para apoios e a imprensa local tem abraçado esse projeto.
O primeiro longa metragem literalmente Feirense levará dois anos para as tomadas e gravação e poderá se constituir em mais um empreendimento destinado a junto com o nosso teatro, abrir portas para o aperecimento de novos valores nas artes da Bahia. O elenco do Safidi espera e agradece todo o apoio que receber e coloca a disposição dos interessados os telefones: 71) 9909 5446 e 75) 8172 3006.
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FEIRA NÃO PRECISA DE VIATURAS: Foi assim que se espressou o chefe da policia civil da Bahia. Até parece que este senhor não tem um serviço de inteligencia que lhe leve as necessidades e carencias da policia civil alem das esquinas da praça da piedade em Salvador. Não é só em Feira de Santana que há falta de viaturas, de agentes, de delegados, de legistas, de celas apropriadas e em numero suficiente para abrigar o numero excessivo de presos acusados dos mais diversos crimes. Na verdade, a policia civil da Bahia passa por momentos de exasperante dificuldades. Em Feira de santana, pela sua importancia como a segunda maior cidade do estado, por ser importante entroncamento rodoviário, rota obrigatória do narcotráfico. porto seco e estação de transbordo para o contrabando, com população que beira os seisssentos mil habitantes, deles cerca de trinta por cento de retirantes, ou seja população flutuante, deveria ser alvo de uma melhor atenção do senhor chefe de poliicia da Bahia. Com viaturas sucateadas, desativadas, escondidas nos fundos das delegacias por falta absoluta de condições de uso, com agentes impossibilitados de exercer suas atividades por falta de armas, de viaturas e de logistica, malgrado os esforços do diretor regional, passa o Feirense por situação de extremo abandono, entregue a sanha dos bandidos que cada vez mais se tornan ousados e encurralam o Feirense em suas casas, sem o direito de ir e vir sem a certeza de ir e voltar. É as veses até surpreendente a ação dos homems da policia civil de Feira, em função de suas precárias condições de trabalho. E vem o senhor chefe de policia a imprensa e diz em alto e bom som, que Feira de Santana não precisa de viaturas...oras, como diria o bom e importante reporter Framário Mendes...Me fal uma garapa.
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É UMA SITUAÇÃO GRITANTE E NÓS VAMOS TENTAR ASSEGURAR O DESCANÇO DO CIDADÃO FEIRENSE: palavras do Secretário de Meio Ambiente Antonio Carlos Coelho, com relação ao inicio das atividades da sua Secretaría. Com certeza vai ser ádua a luta do Secretário. Uma casa de samba foi interditada no centro da cidade, e segundo Coelho outros locais serão interditados, tomara que tais atividades cheguem ao Feira X onde conhecida casa de eveentos faz zoeira, as veses com som e musicas de péssima qualidade e por falta de senso de responsabilidade de seus promotores varam a madrugada, fechando as portas as seis horas da manhã num flagrante desrespeito as leis e direitos dos moradores. Outra praga que avassala Feira de Santana é a irresponsabilidade dos srs donos de carros trieletrizados que infernizam a população com verdadeiras centrais de som e por conta do exibicionismo, promovem maratonas para ver quem tem mais decibeis a serem empurrados timpanos a baixo do cidadão impotente frente a agressividade dos tais maus elementos, que desafiam até a presença da policia militar, como acontece na feira do Feira X, por parte de um tal de Guto, elemento que ninguem sabe por e com proteção de quem ou se só por ignorancia e falta de educação desrespeita toda uma comunidade. Conhecemos o carater e a coragem de Antonio Carlos Coelho. Do alto de toda a sua tragetória poliitica, e sabemos que a população Feirense vai estar do seu lado para que puna com rigor tais elementos e se acabe com este absurdo.
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